segunda-feira, 27 de julho de 2009

Paulo Freire e a Educação - Parte 05

Harold diz (04 de julho):

Cara professora e colegas
Bom dia

Ao ler o texto e assistir aos vídeos da obra passada, presente e futura de Paulo Freire, observo uma entidade visionária pois desde os anos 50 ele via a necessidade da inclusão dos exclusos através da educação.O encaminhamento da solução dos problemas de suas comunidades através da educação. A ativação da cidadania através da educação. Não aquela bombardeada em um sentido mas, a interativa usando o conhecimento e a experiência de ambos os lados alunos e professores ou devo dizer orientadores, motivadores e pesquisadores. O filme nos fez ver um Brasil enorme e muito diversificado em suas culturas, necessidades e os princípios e ações aplicados em 1950 são as nossas metas para o século 21.Interessante também ver que esses princípios não se aplicam somente ao Brasil mas até para paises supostamente ultra desenvolvidos como a Suécia.Isto prova para mim que o pior cego é aquele que não quer ver e que o maior suicídio para o sistema de ensino é não se abrir para ver as novas vertentes que se criarão mas especialmente as mais antigas que pela grande inovação poderiam ser relegadas ao desconhecimento.
Para finalizar mudo minha opinião pessoal sobre a ditadura que como não me afetou de maneira decisiva não a achava tão maléfica como os mais experientes a falavam. Só o fato deles terem ceifado por um período grande a enorme possibilidade de darmos um passo decisivo na educação dos excluídos e consequentemente adquirir a plenitude da cidadania, mostra o quanto não havia nada de amor nas suas intenções para com o pais e seu povo.
Obrigado a todos
Abraços
Harold

Sandro Santos diz (04 de julho):

Bom Dia professora, colegas...estou com saudades de todos, precisamos aproveitar o frio de qualquer sábado, para ouvirmos os causos do Ramão e eu levo a Viola Caipira.
Bom Vamos lá:

Muito bacana e emocionante o documentário sobre Paulo Freire, temos a oportunidade de ouvirmos pessoas participantes do processo, é diferente de ler, emociona.
A contribuição de Freire se dá na forma de praticar a educação, não como depositários, mas sim fazendo parte da vida das pessoas, ou melhor, daqueles que estão fazendo parte do processo de aprendizagem, não simplesmente recebendo, mas sendo integrante de cada fase, possibilitando o nascimento de seres humanos capazes de criar, analisar e ser cidadão.
" Ensinar não é transmitir conhecimento e sim criar possibilidades para sua produção e construção."
Grande abraço a todos!!!

Fioravante diz (04 de julho):

Bom Dia Professora Márcia e demais colegas!

“JUSTIÇA SOCIAL ANTES DA CARIDADE”

Esta frase, observada no documentário, reflete a necessidade da valorização do indivíduo como pessoa, como cidadão dentro do contexto em que vive.
Paulo Freire acredita que a responsabilidade de uma sociedade mais justa, é de cada cidadão, por isso, é importante a consciência social, o exercício da cidadania. Mas esta educação para a cidadania envolve a todos, parte de um intercâmbio entre o Educador e o Educado, de uma valorização da cultura da própria comunidade, de sua identidade cultural.
Os profissionais, educadores, saem também enriquecidos nesta interação social, ensinam e aprendem, encurtam a distância entre o conhecimento teórico e a realidade social.
Mais do que teorias abstratas, a educação deve abranger os princípios e valores do homem, como individuo inserido numa sociedade, a educação deve seguir uma linha imaginária horizontal, onde o educador não se encontra numa posição de detentor único do conhecimento, senão ele próprio se torna um elemento excluidor. A frase de Paulo Freire “Quem ensina aprende a ensinar e quem aprende ensina a aprender” deve ser constantemente refletida pelo educador.

Ismael diz (04 de julho):

O conhecimento realmente liberta, é como se ele fosse uma espécie de lente especial, no qual nos fornece uma visão com mais qualidade sobre o que acontece ao nosso redor. O fato de adquirir um conhecimento não é tão impressionante, mas o que as pessoas fazem desse conhecimento é que é. Aonde quer que vamos é possível observar uma enorme quantidade de saberes em uma única pessoa, e as vezes essa própria pessoa nem se da conta disso, o papel de nós educadores é potencializar esses saberes e torna-lo visível não somente a pessoa mas de todos ao seu redor. O NECOM, acredito eu, esta promovendo essa potencialização de conhecimento e saberes além da conscientização. Interage perfeitamente com a Proposta de Freire

Um ótimo final de semana para todos nós
Fico por aqui!!!
Abraços a todos

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